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"œVamos começar a transformação do Piauí por Teresina", diz Ciro Nogueira

Senador tem articulado a eleição de aliados por todo o estado para viabilizar seu grupo político na disputa de 2022

26/09/2020 15:13

O senador Ciro Nogueira (Progressistas) voltou a frisar a importância do resultado das Eleições Municipais 2020, sobretudo em Teresina, como um passo fundamental para a disputa ao Governo do Estado em 2022. Essa declaração mais recente aconteceu na noite de sexta-feira (25), durante participação em reunião política da pré-campanha de Kleber Montezuma (PSDB), candidato apoiado por ele na disputa da prefeitura da capital.

Vamos começar a transformação do Piauí por Teresina. Nossa capital vai dar um recado muito claro para ao estado: que deseja um homem de bem, com uma história mais bonita impossível, em quem as pessoas de bem dessa cidade, independente da classe social, podem se espelhar nele como exemplo, que com o fruto do seu trabalho e história de vida pode almejar qualquer coisa, inclusive ser prefeito da sua cidade”, frisou o parlamentar progressista.

(Foto: Divulgação/Ascom)

Antes disso o parlamentar progressistas já havia afirmado que as disputas municipais deste ano seriam o “primeiro passo” rumo ao Palácio de Karnak. Por conta disso, tem intensificado sua presença no palanque de aliados em diversas cidades piauienses. Só durante o período das convenções partidárias, esteve em 55 localidades diferentes

“Percorri 11 mil quilômetros. Durante a campanha vou nos 224 municípios, levando a mensagem do Progressistas de fazermos um Piauí diferente, com gestões competitivas que possam trazer o desenvolvimento, pois temos exemplos e resultados para apresentar aos piauienses”, pontuou o senador em entrevista concedida anteriormente.

Desde que rompeu relações políticas com o governador Wellington Dias (PT), Ciro Nogueira não só tem tem feito reiteradas críticas à gestão do petista como fomentado e pavimentado a formação de um grupo de oposição para disputar a gestão estadual. A movimentação, no entanto, é visto pelos governistas como “antecipação” da eleição de 2022.

Por: Breno Cavalcante
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